OCORRÊNCIAS POLICIAIS EM CORNÉLIO PROCÓPIO
DISPARO DE ARMA DE FOGO EM CORNÉLIO PROCÓPIO:
Na tarde de Domingo, um morador da área rural de Cornélio Procópio procurou a Polícia Militar após encontrar sua cadela, da raça pastor-alemão, morta dentro de uma das represas da propriedade, às margens da BR-369. Ele relatou que, ao acordar, percebeu que o animal havia desaparecido e passou a manhã realizando buscas no terreno. Com a ajuda de outras pessoas, o tutor encontrou a cadela no período da tarde.
O animal apresentava ferimento causado por disparo de arma de fogo na região da cabeça. Segundo o morador, a cadela estava viva no dia anterior e não foram ouvidos tiros durante a madrugada. A área onde o fato ocorreu, conforme relatado, costuma ser alvo de invasões para furto de peixes das represas.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que irá investigar o crime de maus-tratos a animal.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM CORNÉLIO PROCÓPIO:
Na noite de Domingo 23/11/25, a Polícia Militar foi acionada, após uma jovem relatar que seu pai estava agressivo e teria ameaçado a mãe. Para evitar possível violência, mãe e filha deixaram a residência em um veículo e aguardaram a chegada da equipe nas proximidades de uma escola do bairro.
No local, a mulher contou a equipe policial que o marido apresenta comportamento agressivo, agravado após um acidente, e que faz uso inadequado de medicação controlada.
Segundo ela, os episódios incluem ameaças e pressão psicológica contra elas. Na data do chamado, não houve agressão física porque ambas saíram da casa às pressas, mas o homem teria afirmado que mãe e filha “iriam se ver com ele” caso acionassem a polícia. A equipe foi até a residência, onde o suspeito apareceu na porta, inicialmente não seguindo as ordens policiais.
Após retornar, recebeu voz de abordagem, foi revistado, sem que nada ilícito fosse encontrado, teve seus direitos constitucionais informados.
Em seguida, foi detido, algemado conforme previsão legal para evitar risco de fuga, e conduzido para exame médico e posterior apresentação na Delegacia de Polícia Civil, onde o caso seguiu para avaliação da autoridade policial.
















